Linda e Steve são dois bons e especiais amigos.
Americanos apaixonados pelo Brasil e suas cores, nos dão o agrado de sua presença uma ou duas vezes ao ano.
Amam churrasco, arroz com feijão, picanha, Skol, pão-de-queijo, nossas frutas frescas e saborosas. Fugitivos do frio, deliciam-se com o Sol do verão brasileiro. Acham interessantes alguns costumes, apreciam Caetano e Jobim, sentem-se lisonjeados com nossa hospitalidade.
Eu, que na adolescência era arredia a tudo que era americano e advindo daquele país imperialista, tive que passar meus primeiros 3 meses de casamento morando na casa dos Elkins. Êta ironia do destino! Tive que engolir a " cultura imperialista" a seco.
Mas, para meu espanto, a casinha azul de madeira, na pequenina e quieta Bourbonnais, uma cidadezinha ao norte de Illinois, era "full of love". Tanto amor que derreteu todo meu preconceito. Tanto amor que calou todo meu discurso antiimperialista. Tanto amor que abriu meus olhos e possibilitou-me ver os seres humanos por trás da "carcaça" americana. Um amor que ensinou-me sobre respeito, dignidade, responsabilidade, patriotismo e altruísmo.
São inegáveis as ações selvagens do governo americano para dominar e explorar outros países, mas é insensato atribuir a todo e qualquer cidadão americano a culpa por esses atos. Insensato também é odiar um povo sem uma convivência íntima que possibilite conhecer sua cultura, seu modo de pensar e seu dia-a-dia.
Hoje, com meus olhos lapidados pela vida, consigo enxergar algo além do que as lentes do preconceito me permitiam. Sr. e Sra. Elkins tornaram-se nossa família. E juntos aprendemos a tolerar nossas diferenças e celebrar uma amizade sem fronteiras.
Americanos apaixonados pelo Brasil e suas cores, nos dão o agrado de sua presença uma ou duas vezes ao ano.
Amam churrasco, arroz com feijão, picanha, Skol, pão-de-queijo, nossas frutas frescas e saborosas. Fugitivos do frio, deliciam-se com o Sol do verão brasileiro. Acham interessantes alguns costumes, apreciam Caetano e Jobim, sentem-se lisonjeados com nossa hospitalidade.
Eu, que na adolescência era arredia a tudo que era americano e advindo daquele país imperialista, tive que passar meus primeiros 3 meses de casamento morando na casa dos Elkins. Êta ironia do destino! Tive que engolir a " cultura imperialista" a seco.
Mas, para meu espanto, a casinha azul de madeira, na pequenina e quieta Bourbonnais, uma cidadezinha ao norte de Illinois, era "full of love". Tanto amor que derreteu todo meu preconceito. Tanto amor que calou todo meu discurso antiimperialista. Tanto amor que abriu meus olhos e possibilitou-me ver os seres humanos por trás da "carcaça" americana. Um amor que ensinou-me sobre respeito, dignidade, responsabilidade, patriotismo e altruísmo.
São inegáveis as ações selvagens do governo americano para dominar e explorar outros países, mas é insensato atribuir a todo e qualquer cidadão americano a culpa por esses atos. Insensato também é odiar um povo sem uma convivência íntima que possibilite conhecer sua cultura, seu modo de pensar e seu dia-a-dia.
Hoje, com meus olhos lapidados pela vida, consigo enxergar algo além do que as lentes do preconceito me permitiam. Sr. e Sra. Elkins tornaram-se nossa família. E juntos aprendemos a tolerar nossas diferenças e celebrar uma amizade sem fronteiras.

5 comentários:
Sabe que comigo aconteceu algo muito parecido??? Eu também tinha muito preconceito contra o imperialismo norte americano e achava que todo americano era arrogante e ignorante. Então tive que passar 6 meses em Atlanta, Georgia. Confesso que entrei no avião chorando e imaginando como seriam estes seis meses lá. Pois logo na primeira semana consegui entender o espírito americano e mudei totalmente os meus conceitos. Fui muito feliz neste período, conheci pessoas maravilhosas com quem mantenho contato até hoje.
É claro que o país tem problemas, assim como o nosso, mas preconceito não é bom em nenhuma situação e nos impede de conhecer pessoas maravilhosas.
Abraços
Marilena
Bom, eu nunca tive esse tipo de preconceito. Acho meio ridículo esse tipo de coisa em pleno o século XXI, onde as pessoas têm que ter a cabeça bem mais aberta que fechada. Mas cada um é cada um, e o importante é ter essa flexibilidade de pensamento pra depois formar uma opinião.
Quando morei em Orlando, Florida, vi que as pessoas são mto mais abertas do que o pensamento das pessoas acham. E que eles não apoiavam tanto assim o governo e sua forma de governar.
Bjus!
Minha gente.. que post lindo.. =]~ É verdade.. A gente às vezes julga até sem conhecer bem e qnd tem a oportunidade, vê que a história não é bem de tal maneira...
Que a amizade de vcs viva cada vez mais.. =]~
beijos,
Anne
Oi Larissa,
Além da Loreena eu gosto de muitos outros grupos e cantores de New Age, em especial: Andreas Vollenweider (http://www.vollenweider.net/splash.php?mailing=)que é de uma musicalidade impressionante, em especial o álbum White Winds.
Isso só mostra que não devemos generalizar povo algum. Eu tenho a impressão que o Obama recebeu alguns votos, podem não ter sido tantos, por alguns preocupados com a "má fama" dos EUA pelo mundo afora.
Postar um comentário